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sábado, 30 de junho de 2012

Propósito de Deus

Um pastor estava acostumado a aconselhar seus fiéis a manter a fé em épocas de dificuldades. “Deus sempre tem um plano. Confiem na vontade Dele.”
Um dia, após o culto, dirigindo-se para casa, percebeu que uma de suas vizinhas, uma senhora de 78 anos, estava envolvida em um acidente de carro.Parou para ajudar.
De repente, um carro em alta velocidade o colheu e o esmagou de encontro ao veículo da senhora mesma que ele socorria.Ele sentiu sua perna explodir em dor.
Ficou se contorcendo no asfalto até ser socorrido.A próxima cena que lhe ficaria na memória seria a do cirurgião colocando-lhe um papel entre as mãos e lhe pedindo para assinar. Era a autorização para amputar sua perna. Não havia outra solução.
Nos dias que se seguiram, as cirurgias haveriam de se suceder, num total de sete em dez dias. Uma grande tortura.
Era uma injustiça, dizia para si mesmo. Tudo por causa de um indivíduo que dirigia embriagado e ao qual o máximo que podia acontecer seria uns oito meses de prisão.
Quanto a ele, era um mapa de cicatrizes. Ele planejara se casar, ter filhos. Quem o amaria daquele jeito? Como algo tão terrível podia acontecer? Ele tinha um pouco mais de trinta anos e a princípio toda uma vida pela frente.
Quando se lamentava, palavras que ele sempre dizia aos seus fiéis lhe martelavam a mente: “Deus tem seus motivos. Mantenha sua fé.”
Ele foi manchete embora não desejasse: “pastor perde a perna ao salvar mulher em acidente de carro.”
Sua história emocionou muitas outras pessoas mas, em especial uma jovem que resolveu visitá-lo no próprio hospital.
“Li a reportagem”, disse ela, “e precisava lhe dizer o que a sua história fez por mim. Mudou meu ponto de vista sobre o que estou fazendo de minha vida e me alertou a reatar meu relacionamento com Deus.”
Enquanto ela falava, ele, pela primeira vez desde que adentrara o hospital, esquecera-se da própria dor. Perguntou-lhe se ela freqüentava alguma igreja e o diálogo prosseguiu.
Ele teve necessidade de se submeter à fisioterapia e reaprender a andar com uma perna artificial. Foram muitas quedas. De cada uma, ele se levantava mais forte. Menos de um ano depois casaram-se.
Enquanto feliz apertava a mão da esposa, o pastor lembrou-se das palavras do livro bíblico: “dois são melhores do que um. Se um deles cai, o outro poderá ajudá-lo. Mas pobre do homem que cai e não tem ninguém para ajudá-lo a se levantar.”
Ele tinha certeza agora, mais do que nunca, que os planos de Deus são infalíveis e que suas disposições são sempre corretas e justas.
O amor de Deus é infinito e igualmente Sua justiça. Ele nada faz que não tenha um objetivo definido, embora nem sempre o homem possa perceber de imediato.
Cabe-nos, no entanto, analisar tudo que nos sucede com bom senso, na certeza de que o aparente mal que nos atinge é sempre oportunidade de crescimento.

Extraído do blog "Mulher Virtuosa"





quinta-feira, 8 de setembro de 2011

A Genialidade da Simplicidade






Conta-se que este fato se deu na universidade de Berlim por volta do ano de 1914, entre um professor universitário e seus alunos numa conferência.
O professor começa sua explanação com uma simples pergunta desafiadora, que pelo relato abaixo tinha como objetivo  provar que a fé era apenas um mito, mas o que ele não esperava aconteceu. Leiam e vejam com argumento de quem ele se deparou.


Alemanha
Início do século XX

Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta:
“Deus criou tudo o que existe?”

Um aluno respondeu valentemente:
“Sim, Ele criou.”

“Deus criou tudo?”
Perguntou novamente o professor.
“Sim senhor”, respondeu o jovem.

O professor respondeu,
“Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?”

O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era um mito.
Outro estudante levantou a mão e disse:
“Posso fazer uma pergunta, professor?”

“Lógico.” Foi a resposta do professor.
O jovem ficou de pé e perguntou:
“Professor, o frio existe?”

“Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?”
O rapaz respondeu:
“De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é susceptível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia.
O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor”

“E, existe a escuridão?”
Continuou o estudante.
O professor respondeu: “Existe.”

O estudante respondeu:
“Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz.
A luz pode-se estudar, a escuridão não!
Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas.
A escuridão não!
Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.
Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?
Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente”

Finalmente, o jovem perguntou ao professor:
“Senhor, o mal existe?”

O professor respondeu:
“Claro que sim, lógico que existe, como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal.”

E o estudante respondeu:
“O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus.
Deus não criou o mal.
Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz.
O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações.
É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.”

Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça permanecendo calado…
Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome?
E ele respondeu:
“ALBERT EINSTEIN.”



Autor desconhecido

domingo, 7 de agosto de 2011

Sabia que Deus gosta dos loucos? Não?


Então veja se não tenho razão:
- Alguma pessoa normal chegaria em frente ao mar e diria:
ABRE-TE!?
- Alguma pessoa normal olharia para cima e gritaria para o sol:
PARE!?
- Alguma pessoa normal diria para um morto há 3 dias:
LEVANTA-TE E ANDA!?
- Alguma pessoa normal bateria com o cajado numa pedra para tirar água?
- Alguma pessoa normal mandaria o mar e o vento ficarem quietos?
-Alguma pessoa normal ficaria quietinha, sentada dentro de uma
jaula com leões famintos?
- Alguma pessoa normal ficaria rodando em volta de uma cidade
durante 7 dias, cantando, até as muralhas da cidade caírem?
Hum...eu acho que não! Parece brincadeira, mas hoje eu estava pensando sobre isso, e resolvi que também vou ser "louco"!
Sabe o que é isso?
Uma coisa chamada FÉ!
Quando a gente tem FÉ, olha e vê o invisível! E nem se importa com o que os outros vão falar ou pensar. Deus é que precisa ver!
Tenham todos uma semana de milagres!


Autor desconhecido.